quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A quadrilha que denigre o cristianismo

 

O bispo Edir Macedo Bezerra, líder religioso da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), e outros três dirigentes da entidade foram denunciados nesta segunda-feira, 12, pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem dinheiro e evasão de divisas, formação de quadrilha, falsidade ideológica e estelionato contra fiéis para a obtenção de recursos para a IURD. Eles são acusados de pertencer a uma quadrilha usada para lavar dinheiro da IURD, remetido ilegalmente do Brasil para os Estados Unidos por meio de uma casa de câmbio paulista, entre 1999 e 2005. Os quatro também são acusados do crime de falsidade ideológica por terem inserido nos contratos sociais de empresas do grupo da IURD composições societárias diversas das verdadeiras. O objetivo dessa prática era ocultar a real proprietária de diversos empreendimentos, qual seja, a IURD. Os três dirigentes da igreja denunciados são o ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição e a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa.

Segundo a denúncia, do procurador da República Sílvio Luís Martins de Oliveira, o dinheiro era obtido por meio de estelionato contra fiéis da IURD, por meio do “oferecimento de falsas promessas e ameaças de que o socorro espiritual e econômico somente alcançaria aqueles que se sacrificassem economicamente pela Igreja”.

O Procurador da República Silvio Luís Martins de Oliveira também encaminhou cópia da denúncia à área Cível da Procuradoria da República em São Paulo, solicitando que seja analisada a possibilidade de cassação da imunidade tributária da IURD.

O Ministério público investiga desde 2003 o envio para o exterior cerca de R$ 5 milhões por mês entre 1995 e 2001 em remessas supostamente ilegais feitas por doleiros da casa de câmbio Diskline, o que faria o total chegar a cerca de R$ 400 milhões. Na ocasião, a revelação foi feita por Cristina Marini, sócia da Diskline, que depôs ontem ao Ministério Público Estadual e confirmou o que havia dito à Justiça Federal e à Promotoria da cidade de Nova York.

Cristina e seu sócio, Marcelo Birmarcker, aceitaram colaborar com as investigações nos dois países em troca de benefícios em caso de condenação, a chamada delação premiada. Cristina foi ouvida por três promotores paulistas. Ela já havia prestado o mesmo depoimento a 12 promotores de Nova York liderados por Adam Kaufmann, o mesmo que obteve a decretação da prisão do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), nos Estados Unidos - ele alega inocência.

Ela afirmou aos promotores que começou a enviar dinheiro da Igreja Universal para o exterior em 1991. As operações teriam se intensificado entre 1995 e 2001, quando remetia em média R$ 5 milhões por mês, sempre pelo sistema do chamado dólar-cabo - o dono do dinheiro entrega dinheiro vivo em reais, no Brasil, ao doleiro, que faz o depósito em dólares do valor correspondente em uma conta para o cliente no exterior. Cristina disse que recebia pessoalmente o dinheiro.

Na maioria das vezes, os valores eram entregues por caminhões e chegavam em malotes. Houve ainda casos, segundo a testemunha, em que ela foi apanhar o dinheiro em subterrâneos de templos no Rio.

Cristina afirmou que mantinha contato direto com Alba Maria da Silva Costa, diretora do Banco de Crédito Metropolitano e integrante da cúpula da igreja, e com uma mulher que, segundo Cristina, seria secretária particular do bispo Edir Macedo, fundador e líder da igreja.

De acordo com a testemunha, ela depositou o dinheiro nos EUA e em Portugal. Uma das contas usadas estaria nominada como “Universal Church”. Além dela, os promotores e procuradores ouviram o depoimento de Birmarcker. Ele confirmou a realização de supostas operações irregulares de câmbio para a igreja, mas não soube informar os valores.

(O Estadão)

Nota: Na mesma semana em que mais uma vez a IURD é notícia por causa de denúncias de negócios ilícitos, a revista IstoÉ traz a matéria de capa “O inferno da bispa Sônia”. Segundo a semanal, a líder evangélica enfrenta a decadência de sua igreja, a Renascer em Cristo, que já fechou 70% dos templos. Enfrenta também a doença do filho e sucessor natural, em coma há dois anos, e os processos na Justiça por formação de quadrilha e estelionato. Anos atrás, Sônia e seu marido, Estevam, foram pegos em viagem aos EUA com dinheiro não declarado escondido dentro de uma Bíblia, e acabaram presos. O pior em tudo isso é ver que esses “líderes espirituais” têm coragem de associar com a perseguição aos cristãos a investigação de que são alvo. Os verdadeiros cristãos sempre foram perseguidos por pregar o evangelho e não sob suspeita de roubo, desonestidade e estelionato. Líderes como esses terão que dar contas a Deus, já que a atitude deles acaba, de alguma forma, denegrindo toda a cristandade.[MB]
                                                                                         Michelson Borge, Jornalista Adventista

terça-feira, 13 de setembro de 2011

O ESPIRITISMO PERANTE A BÍBLIA

Com seus 170 milhões de habitantes, mais de 70% declarando-se católicos-romanos, o Brasil é considerado demograficamente o maior país católico do mundo. Não obstante, entre os brasileiros, uma religião que cresce extraordinariamente é o espiritismo.
         Isto se dá tanto em sua forma refinada, chamada de Kardecismo (pautando os seus ensinos e práticas segundo os escritos de Allan Kardec, chamado de (“codificador do Espiritismo”), também conhecido como “alto espiritismo”, como em sua forma popular, ou “baixo espiritismo”, com elementos oriundos do espiritismo de Kardec, do animismo indígena e africano, e do próprio catolicismo-romano.
         É fato bem sabido ser comum que pessoas de formação católica freqüentam as reuniões espíritas, tanto do chamado “alto” quanto do “baixo espiritismo”. Assim, aos domingos assistem à missa, e em outros dias da semana participam regularmente de sessões espíritas. Com isso, alguns chegam a alegar que o Brasil não é mais exatamente “o maior país católico do mundo”, vindo a ser talvez o maior país espírita do planeta!
        Ocorre, nesse aspecto, um verdadeiro sincretismo religioso que atrai pessoas adeptas da própria religião principal, o catolicismo, quanto aqueles que se empolgam com as teorias kardecistas. É o caso da Umbanda, Quimbanda ou Candomblé, praticado nas mais diversas regiões do país, com participação tanto de pessoas humildes e sem cultura, quanto de figurões da política e das artes. Nessas religiões, os santos da Igreja Católica recebem nomes diferentes, e são identificados e cultuados como deuses da mitologia desses cultos.
        Mas não é só no Brasil que esse fenômeno pode ser testemunhado. Nos Estados Unidos, as seitas e crenças exóticas, inspiradas em filosofias orientais que contêm muitos elementos do espiritismo clássico, vêm tendo crescente aceitação nestas últimas décadas. Os próprios jovens oriundos do movimento hippie adotaram em massa as religiões da Índia, China e Japão, de onde procedem alguns dos alicerces do espiritismo moderno. Uma famosa ex-artista de Hollywood passou a escrever livros defendendo teses de reencarnação e comunicação com os mortos, popularizando ainda mais tal filosofia.
        Num giro pela Europa em uns anos passados, observei publicidade em estações de rádio na Itália e França proclamando as virtudes de certos indivíduos dotados de capacidade supostamente sobrenatural, inclusive com acesso aos que morreram, para ajudar os que precisam de ajuda, obviamente mediante pagamento.

Os Princípios Básicos da Fé Espírita

        Alegando não se tratar meramente de religião, mas ser três coisas — religião, filosofia e ciência — o espiritismo prega a caridade como básica para o aprimoramento do indivíduo em preparação para uma vida superior no além.
        Tendo por fundamento a idéia da reencarnação e, subjacente a ela, a da imortalidade da alma, os espíritas ensinam que o corpo não passaria de uma prisão material da verdadeira essência do indivíduo, sua alma, ou espírito. E segundo o admitido  princípio da evolução, o homem vai superando gradativamente suas deficiências e purificando-se, através de muitas vidas sucessivas, em diferentes épocas e mesmo formas, até chegar à pureza absoluta. Nessa linha de pensamento, os que vivem agora em sofrimento é porque certamente foram maus na vida pregressa e estão sendo refinados para uma existência superior e mais feliz numa outra vida.
        O espiritismo também promove a consulta aos que morreram, como não só uma possibilidade real, mas um privilégio a qualquer pessoa que consiga recorrer a seus médiuns, que seriam indivíduos superdotados com a capacidade de evocar os espíritos dos que se foram, atraindo-os mesmo à visão dos que os busquem.
        Tendo elementos do cristianismo e de outras religiões antigas, os espíritas chegam a citar a Bíblia como base de tais idéias. Mas o Mestre Jesus é tido por um grande filósofo, como outros grandes fundadores de religiões e promotores de idéias revolucionárias—a exemplo de Buda, Maomé, Confúcio, etc.—e guru de superior intelecto e espiritualidade.
        Quando Jesus se entrevista com o líder judaico Nicodemos e lhe diz — “importa-vos nascer de novo” (João 3:7), os espíritas não têm dúvida de que isto representa a reencarnação sendo admitida pelo Cristo. O problema nessa concepção é o costume de partir de idéias preconcebidas como premissa básica e buscar a comprovação para tais idéias em qualquer trecho que tenha a mais leve referência a elas, mesmo indireta.
João 3:7
7 “Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.”

Respeitando o Contexto
       
        Alguém já disse que um texto fora do contexto não passa de um pretexto. Se o estudioso do assunto se der ao trabalho de examinar os ensinos de Cristo globalmente, em lugar de apanhar segmentos isolados que aparentemente lhe favoreçam a idéia, não encontrará harmonia de Seus ensinos com o que pregaram os mestres do passado a respeito da morte.

       Cristo fala em ressurreição, não reencarnação. A própria idéia de “novo nascimento” é tornada clara no verso 5 ao Jesus falar em “nascer da água”. Tendo por base um costume já existente entre os judeus de uma lavagem purificadora para indicar renovação espiritual, fica claro pelo contexto literário e histórico que a referência é ao batismo, simbolizando a morte para a vida pecaminosa, e um renascer para nova vida segundo o Espírito de Deus. O apóstolo Paulo tornou isto bem claro em Romanos, capítulo 6.
João 3:5
5 “Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.”
         A evidência de que ressurreição não é o mesmo que reencarnação se acha nos relatos dos Evangelhos ao descreverem como Jesus miraculosamente trouxe de volta à vida pessoas que haviam exalado o último suspiro. Há o episódio da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim, e, de modo destacado, a volta à vida de seu amigo Lázaro, que já estava sepultado há quatro dias e até “cheirava mal”, todos sobrenaturalmente trazidos de volta à vida por Jesus, com seus mesmos corpos (ver Lucas 8: 41-56; 7: 11-16; João, cap. 11).
        Portanto, por uma questão de coerência, uma vez que se recorra à Bíblia como documento comprobatório de uma tese, todo o seu contexto deve ser levado em conta para validar ou negar a idéia.
 Lucas 8: 41-56
41 “E eis que veio um homem chamado Jairo, que era chefe da sinagoga; e prostrando-se aos pés de Jesus, rogava-lhe que fosse a sua casa;
42 porque tinha uma filha única, de cerca de doze anos, que estava à morte. Enquanto, pois, ele ia, apertavam-no as multidões.
43 E certa mulher, que tinha uma hemorragia havia doze anos [e gastara com os médicos todos os seus haveres] e por ninguém pudera ser curada,
44 chegando-se por detrás, tocou-lhe a orla do manto, e imediatamente cessou a sua hemorragia.
45 Perguntou Jesus: Quem é que me tocou? Como todos negassem, disse-lhe Pedro: Mestre, as multidões te apertam e te oprimem.
46 Mas disse Jesus: Alguém me tocou; pois percebi que de mim saiu poder.
47 Então, vendo a mulher que não passara despercebida, aproximou-se tremendo e, prostrando-se diante dele, declarou-lhe perante todo o povo a causa por que lhe havia tocado, e como fora imediatamente curada.
48 Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz.
49 Enquanto ainda falava, veio alguém da casa do chefe da sinagoga dizendo: A tua filha já está morta; não incomodes mais o Mestre.
50 Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe: Não temas: crê somente, e será salva.
51 Tendo chegado à casa, a ninguém deixou entrar com ele, senão a Pedro, João, Tiago, e o pai e a mãe da menina.
52 E todos choravam e pranteavam; ele, porém, disse: Não choreis; ela não está morta, mas dorme.
53 E riam-se dele, sabendo que ela estava morta.
54 Então ele, tomando-lhe a mão, exclamou: Menina, levanta-te.
55 E o seu espírito voltou, e ela se levantou imediatamente; e Jesus mandou que lhe desse de comer.
56 E seus pais ficaram maravilhados; e ele mandou-lhes que a ninguém contassem o que havia sucedido.”
 Lucas 7: 11-16
 11 “Pouco depois seguiu ele viagem para uma cidade chamada Naim; e iam com ele seus discípulos e uma grande multidão.
12 Quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam para fora um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
13 Logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
14 Então, chegando-se, tocou no esquife e, quando pararam os que o levavam, disse: Moço, a ti te digo: Levanta-te.
15 O que estivera morto sentou-se e começou a falar. Então Jesus o entregou à sua mãe.
16 O medo se apoderou de todos, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.”
 
        Jesus citava repetidamente o Antigo Testamento, que era a Escritura vigente em Seu tempo. Reconhecia sua autoridade como livro histórico e como um manual de instrução da vida prática, e fonte de doutrina religiosa. No Antigo Testamento fala-se sobre a ressurreição, não reencarnação, havendo uma detalhada descrição da ressurreição em Ezequiel 37. É por demais claro que a idéia da imortalidade da alma não encontra apoio ali (ver Ecles. 9:5, 10; Sal. 146:3,4). Igualmente, a prática comum do espiritismo de consultar os mortos, muito difundida entre os povos antigos que circundavam Israel, é claramente condenada nas Escrituras (ver Êxodo 22:18 e Deuteronômio 18:11-14).
Ecles. 9:5, 10;
5 “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.
10 Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
Sal. 146:3,4
3 “Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio.
4 Sai-lhe o espírito, e ele volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.”
Êxodo 22:18
18 “Não permitirás que viva uma feiticeira.”
Deuteronômio 18:11-14
11 “nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;
12 pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.
13 Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.
14 Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém, quanto a ti, o Senhor teu Deus não te permitiu tal coisa.”
        O profeta Isaías, muitos séculos depois que as leis de Moisés foram proclamadas, exorta o povo de Israel a não contaminar-se com ritos religiosos dos povos pagãos que os rodeavam (Isaías 8:19, 20).
(Isaías 8:19, 20).
19 “Se disserem: Consultai os encantadores e os adivinhos, que sussurram falando, responde: Não consultará o povo ao seu Deus? Consultará os mortos pelos vivos?
20 À lei e ao testemunho! Se eles não falarem conforme a esta palavras, é porque não têm iluminação”.
 
Evolução ou Salvação?

        Uma das premissas fundamentais do espiritismo— no que se revelaria o seu aspecto de ciência — é a teoria da evolução das espécies. Sabe-se hoje que as posições evolucionistas, popularizadas a partir de Darwin no século XIX— têm sido cada vez mais disputadas. Não se tem podido demonstrar a existência de “elos perdidos” que comprovariam que o homem procede de formas inferiores, e os descobrimentos da Astronomia têm lançado dúvidas sobre as teorias da origem do universo.
        Crer que o homem está sempre evoluindo por meio da reencarnação produz uma dúvida difícil de responder: Como se explica o aumento do crime, da corrupção, do divórcio, das intrigas políticas, do consumo de drogas, do suicídio e do desamor em geral, quando tudo isso contradiz a idéia de que a humanidade está evoluindo moral e espiritualmente há séculos e milênios?
        Finalmente, a idéia de praticar obras para ganhar a aceitação de Deus e merecer uma vida superior choca-se claramente com o fundamento da mensagem bíblica e cristã. Contrariamente a essa doutrina própria de religiões não-cristãs, as Escrituras ensinam que a salvação do pecador deriva, não de seus próprios atos meritórios, mas da morte de Jesus, que foi perfeito e obedeceu plenamente a toda a lei divina, tomando o lugar dos seres humanos falíveis. (Efésios 2:8-10).
      Todas as nossas obras estão maculadas pelo pecado, e somente graças à intercessão dAquele que foi feito pecado por nós (Romanos 5:6-12)  é que lograremos o perdão e aceitação do Pai, não para continuar tendo existências experimentais e refinadoras sobre esta Terra de sofrimento e dor, mas para viver eternamente na companhia de Deus e de Seus anjos. (João 14:1-3, Apoc. 22:3-5).
Efésios 2:8-10
8 “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus;
9 não vem das obras, para que ninguém se glorie.
10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.”
Romanos 5:6-12
6 “Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios.
7 Porque dificilmente haverá quem morra por um justo; pois poderá ser que pelo homem bondoso alguém ouse morrer.
8 Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
9 Logo muito mais, sendo agora justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.
10 Porque se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
11 E não somente isso, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora temos recebido a reconciliação.
12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.”
João 14:1-3
1 “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
2 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.
3 E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”
Apoc. 22:3-5
3 “Ali não haverá jamais maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão,
4 e verão a sua face; e nas suas frontes estará o seu nome.
5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de luz de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiará; e reinarão pelos séculos dos séculos.”
É indiscutível que a Bíblia nos oferece a alternativa verdadeira e, por conseguinte, a melhor. Estudemo-la, pois, e sigamos os seus ensinos.
 
Autor: Prof. Azenilto G. Brito

domingo, 11 de setembro de 2011

11 de setembro de 2001



11 de Setembro dez anos depois: mais vulneráveis e dependentes

         Eu me lembro do lugar onde estava naquele estranho dia 11 de setembro de 2001. Trabalhava em um jornal, quando, a exemplo de milhões de pessoas, praticamente assisti atônito, inerte e sem qualquer reação imediata, às imagens transmitidas em tempo real pela CNN da destruição das torres gêmeas do imponente World Trade Center, em Nova York, capital do mundo ocidental. Depois que me dei conta de parte da gravidade do assunto, do viés terrorista, pus-me a realizar o típico trabalho jornalístico de contactar fontes, ler material a respeito do tema e continuar acompanhando os primeiros comentários.

         Durante os dez anos que se seguiram e até hoje, milhares de análises e inferências estão registradas por especialistas, analistas, sobreviventes, jornalistas e toda a sorte de gente que se dispôs a pensar no que aquele fato representou para a humanidade. Houve tanta repercussão sobre o episódio que o assunto permaneceu nas discussões em âmbito mundial e no décimo fatídico aniversário está mais vivo do que nunca.

O jornalista Geneton Moraes Neto, repórter especial da TV Globo, por exemplo, entrevistou um soldado norte-americano chamado Bradley Manning que se disse sensibilizado ao ver crianças prestes a serem bombardeadas em uma das tantas batalhas dentro da famigerada ofensiva bélica contra o Iraque, protagonizada pelos Estados Unidos, depois dos ataques de 11 de setembro. É um lado da moeda que pouco se vê. Mas encontraram, também, gente que chegou atrasada ao trabalho naquele dia e escapou da morte, outros que ajudaram a resgatar vítimas e um grupo que, em meio aos escombros e ao pânico generalizado, gravou imagens e sons. Teorias conspiratórias, de que os Estados Unidos mesmo é quem de alguma forma produziu aquele espetáculo de horror, também surgiram.

Apenas uma tragédia? – Gostei do que escreveu recentemente o colunista do The Wall Street Journal, Bret Stephens. Referindo-se à incapacidade de uma análise mais profunda do ocorrido e da tendência de se dissociar o ato pontual naquele dia de algumas das mais importantes repercussões que teve, ele diz que um ato do mal foi reduzido em nossa linguagem rebaixada a uma tragédia”. Concordo com ele. Não foi apenas uma tragédia, foi um marco que deixou profundas e necessárias reflexões em relação à geopolítica, à economia, ao comportamento humano diante de catástrofes, à noção de segurança mundial, entre outras áreas de conhecimento.

         Uma palavra inevitavelmente adquiriu, a partir daquela data, conotação especial: terror. Rubens Antônio Barbosa, que à época era embaixador do Brasil nos Estados Unidos, em um longo artigo diz que “os atentados de 11 de setembro trouxeram o item terrorismo para o centro da agenda internacional, onde ela deverá permanecer no futuro previsível”. A era do terror foi oficialmente instalada pelos Estados Unidos com inimagináveis efeitos para a sociedade mundial. Não estou falando apenas de maior controle e rigor nos aeroportos internacionais e nem nas mudanças nos alertas de segurança que normalmente fazem parte da relação entre os países, mas da sensação psicológica provocada.

         A percepção de uma iminente e constante ameaça terrorista, combinada às guerras promovidas pelos EUA e aliados ao Iraque e Afeganistão, deixou muitas pessoas com a impressão de que estamos todos vulneráveis e inseguros. Ou seja, não há mais segurança no mundo depois de 11 de setembro de 2001. O governo norte-americano demonstrou que a solução era prender e/ou matar terroristas nem que para isso fosse necessário destruir tudo o que estivesse à frente. Mas desde então, apesar de todo esse esforço político, o mundo não está mais seguro e a paz não está mais próxima do que estava nas eras de conflitos anteriores.

Dependência – A vulnerabilidade quase sempre pressupõe dependência. Se o planeta pós-11 de setembro está mais desprotegido do que antes, torna-se dependente de algum ato que possa tirá-lo dessa condição. Os organismos internacionais políticos e religiosos se apresentam com suas soluções caseiras; seus atos, suas reuniões, suas propostas de paz, seus acordos, seus movimentos ecumênicos, seus discursos conciliatórios. A turbulência mundial continua soando nos ouvidos de muitos. O ambiente dez anos depois de 11 de setembro não é dos melhores. Crises econômicas, falência moral de governos e de instituições públicas e o conceito do terror pairando sobre a mente da população exigem uma ação efetiva, pois estamos dependentes de uma saída.

Não é fatalismo, mas realismo. Isso me faz pensar em um discurso muito estranho de Jesus Cristo a Seus discípulos pouco tempo antes de Sua morte. Cristo predisse muitas dificuldades para aqueles que O seguiam, tanto em relação à destruição do templo em Jerusalém (70 d.C.) quanto aos tempos finais em um futuro distante para eles. Mas no evangelho de Lucas, capítulo 21 e versículo 28, Ele dá um alento curioso: “quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima”.

Desde o 11 de setembro, olha-se muito para os lados, para as providências humanas que praticamente resultado algum têm trazido aos dilemas que se vive. O convite de Jesus Cristo parece mais sábio. Olhar para cima, encontrar em Deus respostas que se buscam diante desse senso (fabricado ou não, mas que existe hoje) de insegurança pessoal, de medo do desconhecido, de um terror que não se sabe direito o que é e nem quem é. Talvez essa seja a dependência de que precisamos.

Autor: Felipe Lemoswww.felipelemos.com
Twitter: @felipelemos29


ESPECIAL 11 DE SETEMBRO - DEZ ANOS


sábado, 10 de setembro de 2011

FELIZ SÁBADO!!

Hoje é sábado, santo dia do Senhor!

Acesse o site

http://www.sabado.org/


 

O Quarto Mandamento



A prática do descanso semanal cria uma nova condição para a qualidade de vida e ajuda o profissional a recompor-se e buscar mais harmonia no retorno ao trabalho.

Dados recentes do IBGE revelam que a expectativa de vida do brasileiro é de quase 73 anos. Porém, estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revela que há um contingente de 32 milhões de brasileiros que vivem acima disso. Isso denota que as pessoas estão vivendo mais e é evidente que terão de trabalhar mais anos para se sustentar.
Imaginemos uma pessoa que trabalha de 10 a 12 horas por dia – sete dias por semana, possivelmente ela terá um prazo de longevidade menor e mesmo se atingir uma vida mais longa, certamente sofrerá as conseqüências por viver uma vida desregrada e frenética.
É importante as pessoas atingirem a longevidade com saúde plena e uma qualidade de vida satisfatória, ou seja, alcançar uma idade elevada desfrutando de saúde e bem-estar. Mas para isso ocorrer é preciso atentar para uma regra fundamental sintetizada numa frase que fiz há poucos anos e que foi contemplada em um concurso de Natal de um shopping, onde ganhei um lindo carro zero km. O tema era: “Espero que o ano novo…” Daí eu completei: “…não seja uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo”.
O carro ficou um mês exposto no saguão principal do shopping e posteriormente quando fui retirá-lo e fazer algumas fotos para publicidade, alguém me confidenciou que os jurados estavam tão extenuados e estressados com a correria do dia-a-dia e de fim de ano – que a minha frase, entre milhares, veio ao encontro de suas necessidades.
Habitualmente, as pessoas reclamam que não tem tempo para nada e que estão demasiadamente estressadas com as pressões diárias que enfrentam tão frequentemente.
Se as pessoas em geral tivessem mantido a prática do descanso sabático, será que hoje poderiam estar livres desse estado de exaustão coletiva? Certamente que sim. Se se “desligassem” do mundo por um dia a cada sete, o descanso que conseguiriam se revelaria terapêutico o suficiente para se prolongar pelo resto da semana.
Houve um período em que trabalhei, no interior do estado de São Paulo, realizando auditoria financeira para uma determinada organização. Comumente viajava aos domingos a fim de fazer meu trabalho de revisão e objetivando atender um número de mais ou menos dez unidades, em média, a cada viagem programada.
Certa vez, cumprindo meu itinerário, quando cheguei à cidade onde atenderia, numa só unidade (regional), algumas unidades das cidades adjacentes, estacionei em frente ao local exatamente às 8:45h, como planejado. Calculara o tempo exato. Até aí tudo bem. Havia apenas um problema: não havia ninguém. Não porque eu estivesse adiantado, mas porque tinha ido para o local errado, ou seja, o lugar não pertencia a mesma organização da qual eu prestava meus serviços.
Segundo informações estava distante do lugar, e restava pouco tempo para encontrar o local exato, tendo em vista que havia me comprometido com duas das pessoas que estavam me aguardando atendê-las e dispensá-las até às 10:00h, pois deveriam retornar ainda na parte da manhã para suas cidades por causa de outros compromissos.
Finalmente, encontrei o local exato. Entretanto cheguei vinte minutos atrasado, é claro. Senti-me desconfortável e meu trabalho não se desenrolou exatamente como eu esperava.
Não havia deixado uma margem de tempo que fosse o suficiente para atender possíveis contingências e paguei por isso.
Em relação ao trabalho podemos dizer que o descanso é uma margem que aumenta a eficiência no trabalho e é um fato bem conhecido que tem sido demonstrado estatisticamente. Se as horas e dias de trabalho são aumentados indevidamente, a produção na realidade cai. Recessos, intervalos, dia semanal sem trabalho, feriados, são medidas designadas para aumentar a produção, mantendo-a no máximo de eficiência por um longo período de tempo.
Aquele que nos criou sabe que mesmo nosso desejo sincero de fazer o melhor pode levar-nos à intemperança e ao excesso. Consequentemente, Ele nos deu o quarto preceito do Decálogo como um mandamento de misericórdia. “Seis dias trabalharás”, diz Ele, “mas no sétimo dia não farás nenhum trabalho.” Êxodo 20: 9-10.
“Seis dias trabalharás”, diz o quarto mandamento. Esse é o tempo que lhe foi concedido. Trabalhe, lute e dê o melhor de si durante esse tempo. Mas tudo isso tem um limite – o sábado. Nesse dia, você deve descansar.
O sábado atua em relação à fadiga, cansaço e ansiedade. Ele provê uma terapia de significado através do descanso que traz. Não apenas os músculos cansados são refrigerados, mas também a mente cansada e o mundo cansado recebem o descanso. O dia de descanso estende um convite a encontrarmos o repouso necessário a fim de obtermos maior qualidade de vida e bem-estar.
Objetivando ilustrar este conceito podemos observar que como parte do processo de escrita, ao terminar de escrever um livro, é recomendável e necessário colocar o manuscrito de “molho”, a “repousar”, umas horas, de preferência três ou quatro dias, para que depois a própria pessoa que escreveu poder ler quase com os olhos de um leitor normal que desconhecia o texto. Esta medida é válida para observar se conseguiu manter o foco sobre o tema do livro, se organizou a estrutura do livro de forma concatenada e sentir se desenvolveu completamente o tema. Lê-lo logo a seguir a escrevê-lo é má prática, pois não se guarda a distância suficiente e não se consegue detectar os vícios de português e os pontos menos claros.
Este método ajuda o escritor a retomar a sua obra com maior potencial de análise, proporcionando olhos mais críticos e assim poder melhorá-la, caso necessário, justamente porque rompeu com uma contínua atividade que vinha desenvolvendo e caso não fizesse esta “ponte” não lograria maior êxito.
Embora muita gente se espante por se perder uma parte substancial do tempo de escrita com a revisão, o tempo que se gasta nessa tarefa raramente é demasiado. E é um tempo que não se pode gastar exatamente quando e como se quer.
Se com um texto ou um livro, é importante reservar um espaço de tempo para que haja uma adequada reparação, imagine com nossas vidas. Portanto, minha sugestão é: faça uma pausa, proponha-se uma autocrítica e uma auto-análise, avaliando o seu estilo de vida e como tem se dedicado ao trabalho. Pare e avalie a fim de colocar as coisas nos eixos.
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.” Êxodo 20:8-11.


PARABÉNS

Hoje é o aniversário de Anne Rebeca(4 anos).
Os pais, Alessandro e Raquel, estão muito agradecidos a Deus por este presente.

VISITE HOJE UMA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dez anos depois do 11 de Setembro

O que mudou no mundo após o maior atentado terrorista da História

Terça-feira, 11 de setembro de 2001. Era uma manhã comum de trabalho na redação da Casa Publicadora Brasileira. A rotina seguia seu curso: textos para revisar, matérias para escrever, decisões editoriais. Até que alguém gritou da sala de reuniões: “Venham ver isso aqui!” Quando entrei na sala, o relógio marcava nove horas e a TV estava ligada. A imagem que vi parecia a de um desses filmes apocalípticos hollywoodianos, mas o logotipo da emissora norte-americana CNN deixava claro que não se tratava de ficção. Uma das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York estava pegando fogo! Assentei-me numa das cadeiras e fiquei sabendo, instantes depois, que um avião da American Airlines (voo 11) havia atingido o arranha-céu fazia poucos minutos. Nem os repórteres (muito menos nós que estávamos ali naquela sala a mais de oito mil quilômetros de distância) sabiam exatamente o que estava acontecendo. Teria sido um terrível acidente? Às 9h03, com os olhos ainda grudados na tela da TV, tivemos certeza de que aquilo não se tratava de acidente: outro avião, agora da United Airlines (voo 175), acabava de atingir a torre sul. Em duas horas, tudo o que sobrou dos dois edifícios foi uma montanha de entulhos e muita poeira. Meus colegas e eu emudecemos. As imagens eram dramáticas e as informações, escassas. Pairava no ar a sensação de que aquele dia mudaria os rumos da história em nosso planeta. E mudou.

[Clique aqui e continue lendo minha análise dos dez anos do 11/9. A economia, a liberdade de imprensa e o cenário profético mudaram drasticamente depois do maior atentado terrorista da História. Confira. – MB]
                                                                                                 Michelson Borge, jornalista Adventista

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Isaque Newton acreditava em Deus?

Isaque Newton (1642-1727) foi um dos mais brilhantes cientistas de todos os tempos. Ele antecipou a grande lei da termodinâmica acerca da conservação de energia e formulou as leis do movimento que tornam possível a disciplina dos dinâmicos com todas as suas complicadas subdivisões. Também foi graças a ele que o sistema de cálculos se desenvolveu, tornando-se um amplo ramo da matemática e uma ferramenta-chave de várias ciências.

Porém, de todas as suas contribuições, nenhuma lhe deu maior fama que a descoberta da lei universal da gravidade. Segundo alguns, essa idéia teria surgido em sua mente quando uma maçã caiu em sua cabeça. Embora a maioria não acredite que isso tenha realmente ocorrido, ninguém duvida de sua capacidade e da autoria newtoniana dessa descoberta.

Mas é aqui que vem o aspecto mais legal de tudo isso: esse gigante intelectual do passado também era um genuíno cristão que acreditava em Jesus como seu salvador pessoal. Newton lia a Bíblia todos os dias. Aliás, saiba que ele escreveu livros relacionados à Bíblia e o mais famoso deles foi seu comentário às profecias de Daniel e Apocalipse.

Newton produziu fortes artigos contra o ateísmo e em defesa da criação do mundo em seis dias. Defendeu a historicidade de um dilúvio universal e declarou que o relato bíblico era a mais sublime de todas as filosofias. Disse encontrar mais evidências a favor da autenticidade bíblica do que de qualquer outra história profana.

A partir do livro de Daniel, Newton passou a acreditar não somente na existência de Deus, mas também na segunda vinda de Cristo. Ele disse que a volta de Jesus deveria ser a maior esperança da nossa vida. Sua interpretação das profecias era tão próxima daquela ensinada pela igreja Adventista do Sétimo dia, e alguns chegam a brincar dizendo que Newton era um adventista que viveu antes do movimento adventista.

Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai se não por Mim. João 14:6

Dr. Rodrigo Silva

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Os 10 Piores Alimentos de Todos os Tempos



Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º lugar: Sorvete
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Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho
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De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.


8º lugar: Pizza
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Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.


7º lugar: Batata frita
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Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.


6 lugar: Salgadinhos de batata
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Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.


5º lugar: Bacon
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Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.


4º lugar: Cachorro-quente
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Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.


3º lugar: Donuts (Rosquinhas)
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Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.


2º lugar: Refrigerante
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Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.
Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.


1º lugar: Refrigerante Diet
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“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.
“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.